A obra de reconstrução do Ginásio Costa Rodrigues já começou. Tão aguardada pela comunidade esportiva, a Secretaria de Esporte e Lazer (Sedel) não fez qualquer badalação. A reconstrução do maior símbolo do esporte amador no Maranhão foi uma das primeiras promessas feitas pelo secretário Joaquim Haickel, logo após assumir o cargo, ainda no mês de janeiro.
O contrato com a construtora vencedora da licitação, a Urbana Empreendimentos e Engenharia LTDA foi assinado no dia 18 de julho. Serão gastos na reconstrução do Costa Rodrigues R$ 2,6 milhões.
A reconstrução do Ginásio Costa Rodrigues foi iniciada no governo Jackson Lago. Na époco, o então secretário de Esporte e Juventude, Weverton Rocha mandou pagar R$ 5 milhões, mas a obra nunca foi concluída.
Segundo o secretário de Esporte e Lazer, Joaquim Haickel disse que acredita que a obra venha ser entregue pela construtora até o fim do ano ou no máximo no início de 2012.
– Acredito que o Costa Rodrigues esteja pronto ainda no fim deste ano ou no início de 2012. Os recursos estão todos garantidos na Caixa Econômica Federal, todos os levantamentos técnicos foram providenciados, a licitação realizada, o contrato assinado e a ordem de serviço já foi expedida – explicou.
O anúncio do início da obra de reconstrução do Costa Rodrigues trouxe à tona a discussão sobre o Castelão. O que estaria faltando?
Bem, na semana passada falei com o secretário de infraestrutura Max Barros. A conversa que ouvi foi a mesma de sempre. “Estamos fazendo os levantamentos para depois definirmos quando será licitação”, explicou.
Na verdade, o levantamento já está pronto. O problema é que, a prioridade de Max Barros é a obra da Via Expressa. O futebol que espere!
A nova promessa é de que a licitação venha a ocorrer até setembro. Se for isto mesmo, a obra só deverá recomeçar em outubro. Pelo menos é o que esperamos.
Neste particular, os deputados da tal “bancada da bola”, na Assembleia Legislativa bem que poderia provocar o secretário Max Barros para que acelere a licitação para a conclusão das obras do Castelão.
Por enquanto, pelo que tenho visto estão todos calados e de braços cruzados, sem fazer nada pelo Castelão. Falta vontade política…
NA HORA QUE O SECRETÁRIO QUISER ELE VAI FAZER O SERVIÇO DO CASTELÃO PODE TER CERTEZA.
ola zeca todo dia dou uma espiadinha no seu blog acho muito bom, moro em tucurui pa mais acompanho o futebol maranhense,
como seria bom ver os times do maranhao jogando no castelao, olha sou sampaio correia, fala para comissao tecnica ter cuidado
com o atacante joaozinho e o meia marçal do independente ok , tiberio
Eu acho você muito otimista Zeca. Você está esperando ação do Max no Castelão. Só quando ele fizer as coisas que ele quer isso nunca foi prioridade.
o max nao faz nada pelo esporte e ainda aparece como candidato a prefeito de sao luis ele nao esta nem aí para o esporte e o futebol que se lixe
Zeca…
Em dois tempos: Primeiro, hoje mesmo, ao passar em frente ao ginásio, voltei-me às minhas lembranças quando pude apreciar grandes disputas entre o meu colégio Batista (na época o maior campeão olímpico dos jogos) e o Marista nas competições de basquete principalmente. Lembrei-me, ainda, do vice-campeonato brasileiro femenino de basquete quando pudemos ver toda a magia de Paula e Hortência e não menos das nossas meninas que muito impressionaram a raínha e nos honraram. Final da década de setenta e início de oitenta, grandes disputas, também no volei. Que época!!!
Segundo, por várias vezes desloquei-me até o Castelão em construção e emocionei-me. Estava lá, inclusive, depois de um acidente que vitimou um operário. Muito trabalho, muito sangue derramado para hoje estar abandonado. Nunca vou esquecer o que disse o jogador Júnior quando da sua inauguração; “O melhor gramado do Brasil”. Estávamos diante de um grande estádio, embora cópia do Parque do Sabiá (Uberlândia). O problema é que homens como o Max Barros não fizeram o que eu e outros tantos fizeram, não derramaram suas lágrimas vendo o colosso ser erguido, não o frequentaram (se o fizeram raramente) para ver os títulos do tricolor, inclusive a série C, nem as do Moto Club ou MAc. Nunca fizeram parte da estipe do esporte. Não sonharam, nem viram sonhos serem realizados. Estavam e estão mortos. Falta-lhes apenas uma coisa: AMOR ao esporte, amor ao povo.
OUVI HOJE NO PROGRAMA FONTINELE COMENTA ALGUMA COISA A RESPEITO DO CATELÃO . ENTENDI QUE PODERIA HAVER UMA RETOMADA DAS OBRAS CONSIDERANDO ÁREAS BÁSICAS QUE DESSEM CONDIÇÕES DE LIBERAR O ESTÁDIO PARA ALGUNS JOGOS . NO INICIO DO ANO LI ENTREVISTA DO SECRETARIO DE INFRA ESTRUTURA QUE JÁ TERIA PARTE DOS RECURSOS . SERIA MUITO SIMPATICO POR PARTE DO GOVERNO UM PLANO EMERGENCIAL DE LIBERAÇÃO DE PARTE DO CASTELÃO MEDIANTE LAUDOS . ATÉ COMENTEI HOJE QUE ASSIM FOI FEITO EM TERESINA E BELÉM NO INICIO DO ANO . LÁ EM BELÉM REUNIRAM-SE FEDERAÇÃO ,CLUBES , ORGÃOS DE SEGURANÇA E MP AVALIARAM AS SITUAÇÕES E LIBERARAM MEDIANTE LAUDOS PARA 40.000 TORCEDORES . O CASTELÃO LIBERADO POSSIBILITARIA O ACELERAMENTO DE MELHORAS EM NOSSO SOFRIDO FUTEBOL . VEJAM O NHOZINHO DOMINGO SERÁ PEQUENO VIDE COPA DO BRASIL NO INICIO DO ANO.
É! Castelo esperou a sua vez! A prefeitura já era pra ter nosso “Centro Administrativo”. Como se ver em outras capitais: o cidadão não precisa se deslocar, tanto – para resolver problemas conjugados junto à administração municipal. Na realidade, temos que pensar que trânsito “mexe” com velocidade média (Engenharia de Trânsito)-, então essa Via Expressa vai jorrar veículos para o engarrafamento do Ipase. – que já não pequeno.Quer uma explicação ! Tomemos como exemplo a construção do viaduto do Calhau: os veículos passaram mais rápido por lá. Porém, engarrafou no “Garden”/retorno Cohama. Aí, foi feito – por necessidade um elevado. Continuou passando rápido demais… Os motoras pararam em fila indiana na Cohab (retorno São Luis Rei de França); novo elevado! Elevando o número de motorizados no retorno da Forquilha. E pela primeira vez na Estória Roseana Sarney não quis que fosse feito uma elevação (todos sabem porque) na mesma avenida – que só muda de nome -, ora! Se fosse viabilizado essa proeminência viária, os mesmo veículos, aos invés de solução; encontrariam obstáculos numa sequência: Mateus/Operária; São Cristovão e/ou Anil/São Cristóvão-Rodoviária. Todos esses caminhos levariam ao viaduto do Café. Sendo que esse trevo vomitaria veículos para os indigestos trânsitos do João Paulo e Alemanha. E o centro da City? Tudo tem que ser calculado e executado continuamente. Essa Via Expressa vai deixar muito ludovicense barrado na porta da festa dos 400 amos São Luis.
Marco Antonio Carvalho Diniz