Lista com os melhores discos de 2007

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Conheça os melhores discos nacionais produzidos no ano passado de acordo com a revista Rolling Stone

Confira a relação dos discos destaques de 2007

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The Police ecologicamente incorreto ?

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Defensores ecológicos passaram acusaram o The Police como a banda que mais polui no meio musical. A acusação feita a banda aconteceu após sua apresentação no Live Earth, em julho do ano passado.

De acordo com a denúncia dos defensores ecológicos,o show de Sting, Stewart Copeland e Andy Summers liberou quantidades altas de monóxido de carbono durante o Live Earth, evento que promove shows com o objetivo de conscientizar a população sobre o aquecimento global.

Enquanto o The Police é a banda que mais polui, o Radiohead e Babyshambles ganharam o título de “bandas mais verdes”, que menos poluem.

John Buckley, da organização Carbonfootprint.com, saiu em defesa do Police. Afirmou que durante a apresentação no Live Earth, a banda não foi quem mais poluiu, mas sim os seus fãs.

Sting, ativista de carteirinha e defensor das causas nobres, inclusive o da questão ambiental, tem por obrigação se manifestar sobre a acusação feita ao The Police.

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Laborarte marca presença em Pernambuco

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Embora atrasado é louvável registrar que o Cacuriá de Dona Teté e o tambor de crioula do Laborarte estiveram presentes no último final de semana, na Mostra de Cultura Popular 2008. O evento, que acontece na cidade de Olinda (PE), foi promovido pela Casa da Rabeca do Brasil, que tem no comando o mestre Salustiano.

Além do Maranhão, grupos de Pernambuco e Rio Grande do Norte mostraram a forças de suas culturas tradicionais. A Mostra visa intensificar o intercâmbio das manifestações tradicionais da cultura do Nordeste do País.

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Criolina é elogiado pela crítica

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Com o auxílio de jornalistas, radialistas, entre outros profissionais da comunicação, a Music News escolheu os melhores CDs e DVDs de 2007.

Na lista consta o CD Criolina de Alê Muniz e Luciana Simões. Na edição desta manhã, do JMTV 1ª Edição, na TV Mirante, o casal deu mais detalhes sobre o reconhecimento do trabalho em âmbito nacional.

Confira relação dos destaques de 2007

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Bloco de Reggae anima folia na ilha

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O Grupo de Dança Afro Malungos – GDAM lança pelo segundo ano consecutivo o Bloco do Reggae para o circuito do carnaval de rua de São Luis. A iniciativa em divulgar o som jamaicano, tão representativo no dia-a-dia e na vida cultural da maioria dos maranhenses, nasceu quando o bloco festejou 20 anos de existência em 2006.

Com o tema “Você Também Faz Parte”, o bloco invade o circuito do carnaval local e traz em seu “cast”, ou melhor, para animar o trio elétrico as bandas de reggae Tribo de Jah e Legenda, além dos mais seletos DJs de reggae da ilha. São eles: Tarcísio Selektah, Marcos Vinícius, Ademar Danilo, Junior Black, Valdiney, Jorge Black e Andrezinho Vibration.

Além de contagiar o povo na avenida, o Bloco GDAM, segundo os organizadores, vem trabalhando com adolescentes e adultos no resgate da cultura afro brasileira.

Os Malungos do GDAM afirmam que ao longo desses três anos têm contribuído para legitimação do carnaval da maranhensidade.

– Nada mais louvável que um bloco de reggae no corredor da folia ludovicense, um gênero musical, que embora seja originário da Jamaica, sempre teve uma identificação tão próxima com essa ilha fronteira com o Caribe – argumentam.

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Borghetinho e Vesper Vocal no Pixinguinha

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O gaitista gaúcho Renato Borghetti, o Borgetinho e Vesper Vocal, formado pelas cantoras, Ilka Cintra, Nenê Cintra, Mazé Cintra, Juçara Marçal e Mônica Thiele, são as atrações do projeto Pixinguinha nos próximos dias 12 (sábado) e 13 (domingo) deste mês, a partir das 19h, no Circo Cultural da Cidade.

Borghettinho se apresenta ao lado de Daniel de Sá Leite (violão), Pedro Figueiredo (saxofone e flauta) e Vitor Peixoto (piano e teclado). Já o Vésper Vocal apresenta arranjos feitos especialmente só para vozes. De São Luis, a caravana segue para Natal, Recife, Maceió e Rio de Janeiro – onde grava o espetáculo em vídeo. Até o fim fevereiro haverá mais 4 caravanas.

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Amor à primeira vista

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Assim como navegar, renovar também é preciso. No universo maranhense de Djs um novo nome desponta e intitula-se de Dídis Telles, 21 anos, recém-formada em Publicidade e Propaganda. Mesmo nova no mercado, Dídis segue a filosofia musical do músico Caetano de que “gente é para brilhar e não para morrer de fome”. Na condição de estagiária da Rádio Mirante FM, comandou em 2007 o programa “Playblack”, às sextas-feiras, e teve o primeiro contato com as “pick ups” na festa “Setlist” no Espaço Armazém. O mais novo desafio é animar as férias de São Luís na “Quarta Black” do Cafofo (Lagoa da Jansen). O projeto, que também contará com o DJ Pedro Sobrinho, acontece todas às quartas-feiras do mês de janeiro, a partir das 21h. Dídis Telles fala da paixão pela música negra norte-americana e da vocação em ser DJ.

Blog: Como nasceu o interesse pela música negra norte-americana, rotulada pela mídia de “Black Music” ?

Dídis Telles: Nasceu em 1998, quando eu tinha 12 anos de idade e era jogadora de basquete. Nesse universo esportivo rola muito esse tipo de música. O amor pela black music se reforçou ainda mais com viagens que fiz para os Estados Unidos e tive o conhecimento de perto com esse tipo de cultura.

Blog: Como você se sente sendo a primeira DJ do sexo feminino e apostando em tocar somente “Black Music” em São Luís.

Dídis Telles: Fico muito feliz por poder mostrar o meu interesse e amor pela “Black Music” que já vem de tanto tempo. Sinto um prazer enorme de poder tocar o que há de melhor nesse segmento para as pessoas curtirem na balada. Tem tanta gente que vem de fora tocar black music, mas a gente percebe as vezes que eles não têm um conhecimento profundo na área. Às vezes esqueçemos e deixamos de valorizar talentos tão próximos da gente. Eu quero poder mostrar o meu trabalho e ser conhecida por isso.

Blog: Você está penetrando num mercado de muitos obstáculos. Em primeiro lugar, fechado para mulheres. Uma atividade onde poucas pessoas reconhecem. Isto não te incomoda ou você gosta de desafios ?

Dídis Telles: Você falou uma verdade. Mas eu vejo isso como um desafio, pois já existem muitas pessoas que reconhecem e apóiam meu trabalho. É claro que sempre vai existir um preconceito aqui ou acolá pelo fato de ser mulher. Mas isso não me incomoda.

Blog:Você acredita que pode formar escola, influenciar as mulheres locais para atuarem como “deejays” ou “deejéias” ?

Dídis Telles: O projeto no Cafofo é renovador e servirá como um canal e um estimulante para as mulheres que aparecerem por lá e tem a vocação no sangue. Espero ser útil em mexer com a vocação das mulheres maranhenses, pois aqui em São Luis não se ouve falar em Djs do sexo feminino. Por aí afora existem várias. Ser Dj é prazeroso e não pode ser apenas um espaço fechado para os homens.

Blog:Você acha que dá para ganhar dinheiro como DJ em São Luís ?

Dídis Telles: Dá sim. A noite em São Luis não pára, sempre tem festas boas por aí e quem comanda o rumo da festa é o DJ. Você ganha dinheiro se for um bom DJ.

Blog: Existem inúmeras vertentes musicais na Black Music, qual ou quais a que você se enquadra?

Dídis Telles: Para escutar, gosto de todas. Mas para tocar prefiro o rap e dependendo do lugar às vezes dá pra tocar R&B, que são baladinhas mais lentas e que dá pra se dançar a dois.

Blog: Em quais regiões do Brasil a influência da Black Music é mais forte?

Dídis Telles: Com certeza no eixo Rio-São Paulo, onde tudo começou de fato a cultura hip hop no Brasil, ou seja, no final da década de 80. Mas o movimento hip hop se locomoveu para outras regiões brasileiras.

Blog:Qual o motivo dessa grande divulgação e aceitação por parte do público?

Dídis Telles:A “Black Music” é uma música envolvente e está em completa expansão. Cantores com estilos musicais completamente diferentes se tornaram rappers. Exemplo claro dessa atual conjuntura é a reviravolta da romântica e esquecida Mariah Carey e a mudança radical da cantora Nelly Furtado, antes pop e inocente, agora promíscua, como diz o título de uma de suas músicas. A febre é alta que virão mais mudanças por aí, podem esperar. Da música à dança, do vestuário ao comportamento e da linguagem a indústria, o hip-hop formou artistas, adeptos e empresários.

Blog:Quais os hinos da pista “black” na atualidade ?

Dídis Telles:Hinos de figuras como Snoop Dogg, Eminem, Dr. Dre, Missy Elliot, sempre bombam nas pistas. Na atualidade, músicas como Last Night de Diddy e Keyshia Cole, Give it to me, do trio Timbaland, Nelly Furtado e Justin Timberlake, Don’t Matter do senegalês Akon e Beautiful Girls do jamaicano Sean Kingston fazer a pista pirar.

Blog:De que forma você pesquisa músicas novas do gênero ? A internet tem sido um instrumento para sua pesquisa musical ?

Dídis Telles: A mídia e a internet sempre foram grandes aliadas. Costumo acessar sites americanos onde me informo dos lançamentos, além de sites de diversas rádios, para djs, o top da billboard (que são as músicas que estão bombamdo nas paradas norte-americanas) e a Europarada.

Blog:Qual o seu conceito de DJ? Na sua opinião quem utiliza CD é DJ ou tocador de CD ?

Dídis Telles: O DJ é um artista, um profissional. Não existe essa de tocador de cd, já que existe a tecnologia, e ela foi criada para facilitar a nossa vida. É claro que o vinil é um incremento a mais e fica show de bola fazer scratch, mas isso não é tudo. O importante é ter um “setlist” que chame as pessoas para pirar na pista.

Blog:Quando você está em casa que tipo de som escuta ?

Dídis Telles:Para escutar só black music e O Rappa. Na balada, curto outros gêneros eletrônicos.

Blog: De cara você produziu e apresentou o Playblack na Mirante FM. Como foi a experiência de ficar um ano no comando de um programa genuinamente de “Black Music” ?

Dídis Telles: Sempre foi um sonho meu em poder ter uma experiência dessas como foi com o Playblack. Criei o projeto, apresentei na Mirante Fm e ele foi aprovado. Desde então comecei a produzir e apresentar o programa voltado para o mundo da “Black Music norte-americana. Foi muito bom poder ter esse contato semanal com os ouvintes da black music que continuavam a aumentar a cada sexta! É muito satisfatório ter o nosso trabalho reconhecido a cada ligação dos ouvintes elogiando o programa, pedindo música e participando. Um programa pioneiro na radiodifusão maranhense e que acrescentou no meu currículo como profissional da comunicação.

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Fenômeno artístico e social

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É bacana quando você liga a TV e percebe que a telinha está compromissada com a Responsabilidade Social. Nas manhãs de sábado, o meu programa predileto é o Ação, apresentado por Serginho Groismann. O programa é um mix de música, informação, comportamento e ação social.

Na edição do último sábado, 5, destaque para o trabalho envolvente do bloco baiano Olodum. O grupo por onde passa mostra a força da cultura afro brasileira e cria oportunidades de emprego e renda, além de formar cidadãos.

O fenômeno Olodum, conhecido no mundo todo, faz escola: bloco afro, banda-show, cultura, política social, contra o apartheid, antiviolência, em defesa de um turismo étnico, voltado para a questão afro-brasileira.

Artistas como Paul Simon e Michael Jackson levaram para o mundo a batida do Olodum. Isso gerou um mercado de trabalho para os percussionistas, para os cantores, para diretores, para produtores, para gente que faz contra-regra, para ir à Londres, para ir a Paris, a New York, a Luanda, Santiago do Chile, a Ilha da Reunião, a Tóquio, e ao mesmo tempo trazer um recurso novo para a Bahia, um recurso que ajuda as famílias de pessoas em bairros pobres, popular, e ao mesmo tempo gerou um mercado de trabalho em 19 anos que estamos fazendo a Europa, e gerou um mercado de trabalho dentro da Bahia.

Vendo tal exemplo sinto uma inveja saudável e levanto questionamento com relação as nossas agremiações, manifestações artísticos-culturais, sejam elas, carnavalescas, juninas, que ainda não descobriram o verdadeiro conceito de empreendedorismo engajado com política de inclusão. (Fonte: G1)

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Férias com música na praia do Futuro

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Grupo chileno no caldeirão da folia em Recife

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O festival RecBeat, que acontece durante o Carnaval de Recife, vai receber este ano a banda chilena Panico. Integrante do selo francês Tigersushi, a Panico tem três discos lançados e prepara seu quarto álbum para este ano.

Além da capital pernambucana, os chilenos vão tocar em São Paulo no dia 3 de fevereiro. No RecBeat a apresentação acontece no dia seguinte.

O festival vai acontecer entre os dias 2 e 5 de fevereiro no Cais da Alfândega, no Recife Antigo. Já estão confirmadas as seguintes atrações: Pato Fu, Móveis Coloniais de Acaju, Lucy and the Popsonics, Fino Coletivo, Devotos e Júlia Says.

No ano passado, o evento teve entre suas atrações Tom Zé, Instituto, Bonde do Rolê, Digitaria, Vanguart, Z´África Brasil e a banda espanhola 2In-Par.

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