
Ao que tudo indica, o secretário estadual de Indústria e Comércio, Maurício Macedo, enfrentará uma parada indigesta na tarde desta quarta-feira (7), durante a audiência pública, na Assembléia Legislativa, que discutirá o projeto da Refinaria Premium da Petrobras, em Bacabeira. Proposta pelo deputado estadual Edvaldo Holanda (PTC), líder da bancada de oposição na Casa, a audiência deverá servir de palanque para os críticos de plantão tentarem desqualificar o grandioso empreendimento.
Pela forma entusiasmada como vem tratando o assunto, Holanda parece estar disposto a transformar a audiência pública em um verdadeiro circo. Com notório talento para representar, ele e os demais detratores do projeto a esta altura já devem estar com o discurso na porta da língua. Com certeza, as aves de mau agouro despejarão todo o seu rancor durante a audiência, na tentativa desesperada de depreciar um investimento que deverá se reverter em ganho incalculável para a economia do Maranhão.
Em uma clara demonstração de oportunismo, Holanda antecipou, em matéria publicada no site da Assembléia Legislativa (www.al.ma.gov.br), o tom do discurso que deverá adotar na reunião. Assumindo uma postura hostil e pessimista em relação ao projeto, usou expressões como “estelionato eleitoral” e “ilusação da geração de empregos”, na tentativa de decreditar o investimento, cujos recursos estão garantidos na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Maior desserviço ao povo do Maranhão não pode haver neste momento de grande expectiva.

Completamente cego pelo ódio e obcecado por tirar proveito político do evento, o deputado parece ignorar que do lado oposto estará o eficiente secretário estadual de Indústria e Comércio, Maurício Macedo. Técnico de altíssima competência, ele já mandou avisar que está pronto para responder a qualquer questionamento, desde os mais plausíveis aos mais absurdos, que, por sinal, deverão predominar na reunião. Munido de uma série de dados técnicos e ciente de todos os prazos a serem cumpridos no cronograma do investimento, Macedo dificilmente deixará brecha para ataques.
O comportamento de Edvaldo Holanda é reprovável. Por partir de um representante do povo, eleito para lutar por melhorias para a população, tal postura é vergonhosa, digna de repúdio dos maranhenses.
Fotos: arquivo/O Estado do Maranhão
DANIEL, ISSO É UM DEPUTADOZINHO VAGABUNDO,
DEIXA ESSA PORCARIA DE LADO,
UM ATRASADO COMO ESSE, ALIADO DE BANDIDOS, SÓ TRAZ ATRASO E AZAR.
TODOS DEVERIAM ERA ESTAR TRABALHANDO PARA GARANTIRMOS UM FUTURO MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E NÃO TORCENDO E TRABALHANDO CONTRA.
ESPERO QUE O POVO AGORA NÃO COMETA MESMO QUE SE VENDENDO, O ERRO DE ELEGER GENTE COMO ELE E A CURRIOLA DO PDT, PSB E PSDB.
Abram as porteiras, PAI FRANCISCO chegou!!!!
Caboclo, esse deputado é um grande idiota.
Esse grande idiota quer o pior pro nosso estado.
Deputado venal, desqualificado!!!
Devia ter vergonha, deputado!
Tu não vale nada!!!
Te vende por um punhado de moedas!!!
Não somos idiotas, sabemos das tuas artimanhas.
Em uma democracia onde em um de seus pilares fundamentais é o reguardo e proteção do estado de direito, torna – se indispensavel as discursos de temas de extrema relevancia, não a uma oposição deliberada e descompromissada, mas, sim, um debate aberto e amplo capaz de trazer atona os esclarecimentos necessários e indispensáveis. A que se respestar as diversas manifestações, sejam elas muitas das vezes agressivas e perniciosas a maoria, mas garante não só o aprofundamento das tematicas envolvidas como, estabelece um clima de aligeramento no delineamento de seus processos de implantação e também revelam neste andamento seu verdadeiro carater, seja ele qual for e que esteja encoberto.
Insultar um membro do parlamento estadual de forma tão despropositada e desprovido de arcabouço politico, além daquele partidario, se torna inaudivel em um momento de exaltação da democracia. Opiniões e contradições podem ter meritos e também cair em total desmerecimento quando perdem seu foco principal o de proteção da capacidade de falar e emitir pensamentos, respeitando em tudo o estado de dereito do individuo, bem maior de todos nós e de uma naçõa soberana.