Prefeito de Afonso Cunha e presidente da Câmara de São João dos Patos fecham com Dr. Hilton ao Senado

Por: Daniel Matos • 16 de março de 2026 • 0 comentários

O pré-candidato ao Senado Hilton Gonçalo se reuniu com o prefeito de Afonso Cunha, Pedro Medeiros

No último sábado (14), o prefeito de Afonso Cunha, Pedro Medeiros, esteve em São Luís para uma reunião considerada produtiva com o pré-candidato ao Senado Federal, Dr. Hilton Gonçalo. Durante o encontro, o gestor municipal apresentou as principais demandas de Afonso Cunha, com foco em parcerias voltadas para melhorias na infraestrutura e no fortalecimento dos serviços essenciais oferecidos à população.

Segundo Pedro Medeiros, o diálogo com lideranças comprometidas é fundamental para transformar projetos em resultados concretos para os municípios. Ele destacou que Dr. Hilton Gonçalo demonstrou sensibilidade às pautas apresentadas e reafirmou disposição em contribuir com a busca por novos investimentos e mais desenvolvimento para Afonso Cunha.

Além do prefeito afonsum-cunhense, também participou da reunião o presidente da Câmara Municipal de São João dos Patos, Fernandinho Soares. Durante o encontro, tanto Pedro Medeiros quanto Fernandinho declararam apoio à pré-candidatura de Dr. Hilton Gonçalo ao Senado Federal, reforçando alinhamento político em torno do projeto para 2026.

A agenda em São Luís consolida mais um movimento de fortalecimento do nome de Dr. Hilton Gonçalo na corrida por uma vaga no Senado, reunindo lideranças municipais de diferentes regiões do Maranhão em torno de sua pré-candidatura.


Petrobras pagou R$ 723 milhões em impostos ao Maranhão em 2025

Por: Daniel Matos • 16 de março de 2026 • 0 comentários

Estado obteve a 5ª menor arrecadação entre as 27 unidades da federação ano passado

Em 2025, a Petrobras recolheu R$ 277,6 bilhões na forma de Tributos e Participações Governamentais (PGOV) no Brasil, um aumento de 3% comparado a 2024. Este montante corresponde a aproximadamente 7% da arrecadação total do país no ano de 2025, o que faz da companhia a principal contribuinte nacional, segundo dados da Receita Federal, do Tesouro Nacional e Portal de Transparência dos Estados. Foram pagos, em média, por dia útil, o valor de R$ 1,1 bilhão de tributos e PGOV. No Estado do Maranhão, o valor total recolhido em tributos pela estatal superou R$ 720 milhões, ano passado.

O montante exato pago em impostos pela Petrobras ao Estado do Maranhão, em 2025, alcançou R$ 723 milhões, referente à cobrança na comercialização de gasolina, diesel e gás liquefeito de petróleo (GLP). Esse valor refere-se, exclusivamente, ao recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Em 2025, o Estado arrecadou R$ 9,3 bilhões – alta de 8,68% em relação ao ano anterior -, segundo dados da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).

No comparativo com as outras 26 unidades da federação, o Maranhão registrou a quinta menor arrecadação de impostos pagos pela Petrobras ano passado. O estado obteve receita tributária maior apenas do que Sergipe (R$ 315 milhões), Amapá (R$ 260 milhões), Acre (R$ 204 milhões) e Roraima (R$ 160 milhões).

No recorte da região Nordeste, o Maranhão foi o penúltimo dos nove estados em receita arrecadada, com montante acima apenas do que foi recolhido por Sergipe.

A Petrobras contribuiu com 6% do recolhimento na esfera federal. Em 2025, foram pagos R$ 161,9 bilhões à União, sendo R$ 68,6 bilhões a título de participações governamentais. Os valores de PGOV pagos são formados, majoritariamente, por royalties (R$ 39,7 bilhões) e participação especial (R$ 21,5 bilhões).

Nos estados, em 2025, a companhia recolheu o valor de R$ 113,8 bilhões de ICMS. A contribuição da Petrobras corresponde a cerca de 14% do total da arrecadação nas 27 Unidades Federativas. Soma-se ainda os pagamentos de participações governamentais realizados pela Petrobras à União, que repassa parte dos valores aos estados e municípios. No âmbito municipal foram recolhidos R$ 1,9 bilhão em tributos para 271 municípios, distribuídos em 21 estados e o Distrito Federal.

Os recolhimentos realizados pela Petrobras abrangem tributos próprios, oriundos das suas operações e retidos de terceiros, na condição de responsável ou substituto tributário, uma vez que a Petrobras retém tributos nas operações comerciais com clientes e fornecedores, conforme estabelecido na legislação. Os recolhimentos compreendem também as participações governamentais, que são compensações financeiras pagas pelas empresas que exploram e produzem petróleo e gás natural no Brasil.

As informações apresentadas estão no Relatório Fiscal 2025, divulgado pela Petrobras nesta quinta-feira (12/03). Acesse aqui o conteúdo do relatório na íntegra.


​Bob’s celebra semana do consumidor com milk shake em dobro

Por: Evandro Junior • 16 de março de 2026 • 0 comentários

Promoção convida consumidores a marcarem aquele amigo que sempre pede um gole e garante Milk Shake em dobro nas lojas da rede

São Luís – Para celebrar a Semana do Consumidor, o Bob’s lança a campanha “Semana do ConsumiDOBRO”, que transforma um dos produtos mais icônicos da marca em uma experiência ainda mais compartilhável: na compra de um Milk Shake clássico de 300 ml, o consumidor ganha outro.

A ação acontece de 16 a 20 de março, nas lojas participantes da rede, e aposta na interação nas redes sociais para liberar o benefício.

A dinâmica é simples: para receber o cupom da promoção, o consumidor deve interagir com o post oficial da campanha nas redes sociais do Bob’s e marcar aquele amigo que sempre pede um gole do Milk Shake. Após a interação, o cupom é enviado via mensagem direta (DM) e pode ser utilizado na compra do produto nas unidades participantes.

A campanha reforça a proposta de estimular momentos de descontração e compartilhamento entre os consumidores. “Criamos uma ação leve e divertida para incentivar os clientes a curtirem juntos um dos produtos mais clássicos do Bob’s. O Milk Shake faz parte da história da marca e tem tudo a ver com momentos de encontro e celebração”, afirma Felipe Diniz, gerente de marketing do Bob’s.

A promoção é válida apenas para compras realizadas nas lojas físicas, não sendo aplicável para pedidos via delivery.


Cristiano Sardinha: "O erro do anticristo"

Por: Evandro Junior • 16 de março de 2026 • 0 comentários

“Na busca pela verdade, a conclusão nem sempre é a mais agradável”, diz Cristiano Sardinha

Na obra O Anticristo, Friedrich Nietzsche criticou duramente os ensinamentos de Jesus de Nazaré e considerou a religião cristã uma forma de distorção moral que garantiria a vitória dos fracos sobre os mais fortes. Para esse pensador alemão, o cristianismo promove uma inversão de valores, impedindo o ser humano de alcançar o seu máximo potencial.

Com sua chamada “filosofia do martelo”, Nietzsche não poupou ataques a filósofos antigos e modernos. Também anunciou a suposta “morte de Deus” e procurou destruir sistemas éticos que, em sua percepção, limitavam a liberdade do homem. Para o pensador alemão, o cristianismo teria rebaixado este mundo ao deslocar a possibilidade de uma vida plenamente feliz para o além.

Na busca pela verdade, a conclusão nem sempre é a mais agradável. Ainda assim, o compromisso com a realidade deve prevalecer. Ocorre que as conclusões de Nietzsche sobre o cristianismo não foram apenas desagradáveis; foram também incorretas e ilógicas em diversos aspectos.

Para a plena adoção do pensamento e do comportamento propostos em O Anticristo, seria necessário que o indivíduo não demonstrasse o mínimo de empatia pela dor ou pelo sofrimento alheio. A obra sustenta a ideia de que o ser humano deveria ultrapassar sua própria condição por meio da força e do desprezo, ignorando Deus, a religião, a moral, a lei, a verdade, a ciência, a justiça, o bem e o mal, a fim de alcançar um suposto estado de superioridade que o transformaria no “super-homem”.

O erro central de Nietzsche em relação ao cristianismo reside na concepção de que essa doutrina contraria a natureza, favorece apenas os mais fracos e impede a evolução dos fortes. Na realidade, uma interpretação correta do cristianismo favorece a conservação da vida em toda a sua plenitude, por meio do amor e da compaixão, contribuindo para relações humanas mais saudáveis.

Os seres vivos estão interconectados de diversas maneiras, havendo especial relação de interdependência em muitas espécies de animais sociais, entre elas o Homo sapiens. Ao cuidarmos uns dos outros, zelamos por nós mesmos e por aqueles que amamos, colaborando para a preservação da espécie humana.

É um fato notório que nascemos extremamente frágeis e dependemos por muito tempo dos outros para termos chances de sobrevivência. Desde a infância, passando pela juventude, pela idade adulta e pela velhice, estabelecemos laços de dependência física e emocional com os nossos semelhantes.

Mesmo após a morte, permanece a necessidade de outro alguém para que nosso corpo receba um tratamento digno e para que o legado deixado possa prosseguir. Queiramos ou não, a vida humana somente atinge sua máxima potencialidade com o auxílio do próximo. A compaixão, enquanto sentimento e prática, constitui um dos caminhos mais seguros para a preservação da espécie.

Em sua obra, Nietzsche afirmou: “[…] no fundo, houve apenas um cristão, e esse morreu na cruz. O ‘evangelho’ morreu na cruz…”. O peso dessas palavras não pode ser ignorado, pois muitos dos que se declaram cristãos realizam ações diametralmente opostas aos ensinamentos de Cristo. Tal distorção decorre, em grande parte, da falibilidade inerente ao ser humano. Contudo, o Mestre da Galileia não pode ser responsabilizado pelos erros de terceiros.

No âmbito das sociedades democráticas contemporâneas, não há mais espaço para a defesa da tese apresentada por Nietzsche de hierarquização e desigualdade de direitos com o objetivo de garantir privilégios a poucos eleitos. Enquanto o pensador alemão defendeu um abismo que separa as pessoas em castas sociais bem definidas, Jesus propagou a ideia de fraternidade universal, segundo a qual todos, sem distinção, são irmãos com uma origem comum.

Jesus de Nazaré nada reivindicou para si. Colocou-se ao lado dos excluídos, suportou a calúnia, o escárnio e o sofrimento, sem responder com ira, sem julgar os outros e amando sem limites. A “boa-nova” não é privilégio de poucos eleitos. Em um mundo marcado por guerras, ódio e intolerância, os ensinamentos de Cristo tornaram-se ainda mais relevantes.

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Cristiano Sardinha é escritor, professor e tabelião, graduado em Direito, Filosofia e História, Mestre em Cultura e Sociedade pela UFMA, Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela UMSA e Doutor em Direito Constitucional pela UNIFOR.


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