Catulé ultrapassa limites em discurso e gera revolta após falas ofensivas
Por: Daniel Matos • 11 de maio de 2026 • 0 comentários

O vereador Catulé voltou a ser alvo de críticas após utilizar seu tempo na tribuna para atacar colegas da Câmara Municipal de Caxias com declarações consideradas ofensivas, preconceituosas e desrespeitosas.
Durante o discurso, Catulé chegou a associar o prefeito a problemas mentais de forma pejorativa, atitude que causou indignação não apenas no meio político, mas também entre famílias e pessoas que convivem diariamente com transtornos psicológicos e lutam contra o preconceito. Para muitos, utilizar uma condição de saúde mental como forma de ataque político demonstra total falta de sensibilidade e respeito.
Além disso, as declarações do vereador também foram vistas como homofóbicas contra o colega parlamentar Leo Barata, aumentando ainda mais a repercussão negativa do episódio. Em tempos em que o respeito e a responsabilidade no uso da palavra pública são cada vez mais cobrados da classe política, o discurso acabou sendo interpretado como um grave retrocesso.
Assista aos vídeos aqui, aqui e aqui.
Especialistas da área jurídica apontam que falas desse tipo podem ultrapassar o campo político e atingir a esfera criminal. Dependendo da interpretação e do conteúdo das declarações, o vereador pode responder por crimes contra a honra, como injúria e difamação, além de possíveis enquadramentos relacionados à discriminação e discurso preconceituoso.
A situação repercutiu fortemente nas redes sociais, onde internautas criticaram o tom utilizado pelo vereador e cobraram mais equilíbrio e responsabilidade de representantes públicos. Para muitos, a população espera debates sobre melhorias para a cidade, e não ataques pessoais marcados por ofensas e preconceitos.
O episódio deve continuar repercutindo nos bastidores políticos de Caxias, principalmente pelo teor das declarações e pelo impacto negativo causado entre diversos setores da sociedade.
Cidade maranhense faz festa para receber prefeito que passou 5 meses preso por corrupção
Por: Daniel Matos • 11 de maio de 2026 • 0 comentários

A cidade de Turilândia, na Baixada Maranhense, está em festa na noite desta segunda-feira (12). Centenas de pessoas saíram às ruas de carro, de motocicleta, ocuparam praças públicas e as portas das suas casas para comemorar algo, no mínimo, questionável: a decisão da Justiça de soltar o prefeito Paulo Curió, afastado do cargo e preso por quase cinco meses sob a acusação de corrupção, com suposto desvio de mais de R$ 56 milhões dos cofres públicos municipais.
Vídeos compartilhados nas redes sociais, inclusive pelo perfil do próprio prefeito Paulo Curió, mostram a mobilização eufórica de populares em Turilândia, com direito a foguetório. A comemoração promete muito barulho, que deve se intensificar com a chegada de Paulo Curió, provavelmente nos braços do povo.
Clique aqui e assista ao vídeo.
Eufemisticamente, é intrigante assistir a uma recepção tão festiva, tendo em vista que o prefeito responde na Justiça por crimes tão graves, que prejudicaram a vida de milhares de famílias, muitas das quais o recebem como herói e, nos casos mais extremos, como mártir.
Apesar da comemoração e da empolgação de muitos cidadãos de Turilândia com a soltura de Paulo Curió, o prefeito continua afastado do cargo e a cidade segue administrada por um interventor, que tem prazo inicial de 180 dias para exercer a função, conforme designação go Governo do Estado e aprovação da Assembleia Legislativa.
Em tempo: Paulo Curió e outras nove pessoas envolvidas na organização criminosa que causou danos de mais de R$ 56 milhões aos cofres do município de Turilândia foram denunciados pelo Ministério Público e serão julgados pelos crimes dos quais são acusados. O prefeito, cujo nome de batismo é José Paulo Dantas Silva Neto, foi apontado como o líder do esquema de corrupção.
Também foram denunciados Eva Maria Oliveira Cutrim Dantas (esposa de Paulo Curió), Tânya Karla Cardoso Mendes Mendonça (vice-prefeita), Janaína Soares Lima (ex-vice-prefeita de Turilândia), Domingos Sávio Fonseca Silva (pai de Paulo Curió), Marcel Everton Dantas Filho, Taily de Jesus Everton Silva Amorim (irmãos do prefeito), José Paulo Dantas Filho (tio de Paulo Curió), Ritalice Souza Abreu Dantas e Jander Silvério Amorim Pereira (cunhados do prefeito).
Os integrantes da organização foram presos pela Operação Tântalo II, deflagrada no dia 22 de dezembro pelo Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do MPMA.
Deputado Wellington dialoga com guardas municipais durante mobilização e encaminha demandas à Prefeitura de São Luís
Por: Daniel Matos • 11 de maio de 2026 • 0 comentários

O deputado estadual Wellington do Curso (PSD) se reuniu, nesta segunda-feira (11), com guardas municipais durante mobilização da categoria de Vereadores. Após a sessão, o parlamentar deu continuidade ao diálogo com os profissionais de segurança em uma reunião no espaço externo e ouviu de perto as demandas e preocupações desses servidores.
Wellington destacou que os guardas municipais desempenham um papel tão importante na proteção e no cuidado com a sociedade.
O deputado informou ter encaminhado as solicitações à Prefeitura de São Luís, a fim de buscar, por meio do diálogo e da responsabilidade, a melhor solução para atender a pauta dos servidores.
“Nosso compromisso é seguir defendendo quem trabalha diariamente em favor da população e garantir valorização, respeito e melhores condições para os nossos guardas municipais. Estamos juntos nessa luta. Contem comigo!”, garantiu.
Clique aqui e assista ao vídeo.
Governador Carlos Brandão nomeia Danilo de Castro para procurador-geral de justiça
Por: Daniel Matos • 11 de maio de 2026 • 0 comentários

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, nomeou, na tarde desta segunda-feira, 11, Danilo José de Castro Ferreira para o cargo de procurador-geral de justiça no biênio 2026-2028. Com a nomeação, o atual PGJ permanece à frente do Ministério Público do Maranhão.
Danilo de Castro foi o mais votado na eleição realizada nesta segunda-feira. O atual procurador-geral de justiça obteve 201 votos dos membros da instituição.
Do total de 311 membros do MPMA, participaram do processo eleitoral 307 eleitores, que podiam votar em até três candidatos para compor a lista.
Conforme a Constituição Federal, cabe ao chefe do Executivo a escolha do procurador-geral de justiça, a partir da lista tríplice encaminhada pelo Ministério Público.
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