Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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Em média, quase 5 pessoas foram flagradas dirigindo sob efeito de álcool por dia nas rodovias federais do Maranhão
Etilômetros utilizados pela PRF flagraram mais de 1,7 mil casos de alcoolemia em rodovias federais dono Maranhão ano passado
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Maranhão registrou, em 2025, um crescimento expressivo no número de autuações por dirigir sob influência de álcool. Ao todo, foram 1.715 autos de infração, contra 731 em 2024, um aumento de 134,61%. Na prática, isso significa que 4,7 pessoas, em média, foram flagradas todos os dias conduzindo veículo sob efeito de álcool nas rodovias federais que cortam o estado.
O resultado está diretamente relacionado à intensificação das fiscalizações, ao reforço do efetivo e às estratégias voltadas para a redução de acidentes graves.
Mais veículos fiscalizados e mais testes realizados
O número de veículos fiscalizados pela PRF também cresceu de forma significativa. Em 2024, foram 108.723 inspeções, enquanto em 2025 esse total subiu para 151.782 — um aumento de 39,60%.
Esse avanço permitiu ampliar a presença policial e alcançar um número maior de usuários das rodovias federais no Maranhão.
Da mesma forma, o número de testes de alcoolemia realizados também foi maior. Foram 83.114 testes realizados em 2024, contra 132.017 em 2025, incremento de 58,84%. A ampliação das fiscalizações específicas de alcoolemia contribuiu diretamente para a identificação de condutores que colocam em risco a própria vida e a de terceiros.
Prisões por embriaguez ao volante:
Além das autuações administrativas, a PRF também atua no enfrentamento ao crime de embriaguez ao volante. Em 2025, 169 pessoas foram presas pelo crime previsto no art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Houve um leve recuo em relação a 2024, quando foram registradas 197 prisões (redução de 14,21%), mas o número ainda é considerado elevado e reflete a atuação firme da instituição na repressão à condução de veículos por motoristas com a capacidade psicomotora alterada.
Diferença entre infração e crime — o que diz a lei:
Segundo o CTB, dirigir sob influência de álcool pode ser:
INFRAÇÃO (art. 165):
Ocorre quando o teste indica valor abaixo de 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar.
Penalidades:
Multa gravíssima multiplicada por 10 (R$ 2.934,70);
Suspensão da CNH por 12 meses
CRIME (art. 306):
Ocorre quando:
O teste aponta 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar ou mais, ou;
O motorista apresenta sinais de alteração da capacidade psicomotora, mesmo sem teste.
Penalidades:
Detenção de 6 meses a 3 anos;
Multa;
Suspensão da CNH
E se o condutor recusar o teste?
A recusa ao teste do etilômetro, o famoso “bafômetro”, está prevista no art. 165-A do CTB. O motorista pode recusar, mas a penalidade é a mesma de quem testa positivo, na esfera administrativa:
Multa de R$ 2.934,70;
Suspensão da CNH por 12 meses
Contudo, é fundamental compreender a diferença:
Se o motorista recusa e NÃO apresenta sinais de embriaguez, ele é autuado exclusivamente pela recusa;
Se recusa e apresenta sinais claros de embriaguez, ele pode ser preso pelo crime de trânsito, mesmo que não tenha realizado o teste.
O artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê expressamente que o crime de embriaguez ao volante pode ser constatado tanto pela aferição do etilômetro, quando a concentração for igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, quanto pela verificação de sinais que indiquem alteração da capacidade psicomotora, permitindo a caracterização do crime mesmo na ausência do teste do “bafômetro”.
O combate à alcoolemia é uma das principais frentes para reduzir mortes e lesões graves nas rodovias federais. As ações intensificadas em 2025 demonstram o compromisso da PRF em proteger vidas e promover um trânsito mais seguro em todo o Maranhão.
Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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Por Marlon Botão, ex-secretário de Cultura de São Luís, marqueteiro e militante político há mais de 40 anos
O prefeito Eduardo Braide já foi recebido pelo governador Carlos Brandão para reunião no Palácio dos Leões
Nos bastidores da política maranhense, cresce a avaliação de que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, prefere um cenário em que o governador Carlos Brandão deixe o comando do Executivo estadual e se coloque como candidato ao Senado. Essa leitura não é casual, nem fruto de especulação gratuita. Ela nasce de um cálculo político bastante objetivo: enfrentar Brandão no exercício do governo, com sua estrutura, capilaridade e base política, é um risco alto demais para qualquer projeto estadual liderado por Braide.
Braide conhece Brandão muito bem. Há entre eles não apenas relações políticas, mas também vínculos históricos e familiares, o que ajuda a explicar por que o prefeito tem plena consciência do tamanho da força que o governador acumulou ao longo dos últimos anos. Justamente por isso, ele sabe que é muito difícil partir para uma disputa estadual com Brandão governador — e ainda mais com um candidato apoiado por ele, sustentado por uma base municipal ampla e consolidada.
Hoje, o grupo político liderado por Brandão reúne algo em torno de 180 prefeitos, mais de 700 vereadores e uma base social espalhada por praticamente todo o território maranhense. Essa estrutura não se sustenta apenas em alianças formais, mas em um conjunto contínuo de obras, programas e ações que alcançam municípios de todas as regiões do Estado. Trata-se de uma capilaridade territorial que nenhum projeto restrito à capital consegue neutralizar.
Há ainda um componente institucional que pesa fortemente nesse cálculo. Governar uma capital, mesmo uma cidade complexa como São Luís, é muito diferente de liderar um Estado federativo como o Maranhão, marcado por realidades regionais diversas, conflitos distributivos permanentes e necessidade constante de articulação política. Braide sabe que a transição de um modelo de gestão concentrado para o comando de um Estado exige experiência política, capacidade de negociação e presença territorial — atributos que não se constroem apenas com visibilidade urbana ou desempenho administrativo local. É justamente nesse ponto que a vantagem de Brandão se torna ainda mais evidente.
No fundo, esse contraste revela dois modos distintos de fazer política. De um lado, a política de vitrine, baseada na comunicação rápida, na imagem e na gestão concentrada. De outro, a política de território, construída na negociação, na presença contínua e na articulação federativa. É essa diferença estrutural que torna o embate estadual desigual e ajuda a explicar por que Braide prefere um cenário em que Brandão não esteja no comando do Executivo.
Mesmo em São Luís, onde Braide construiu sua principal vitrine política, o governo estadual mantém presença significativa. A capital concentra um volume expressivo de obras e intervenções do governo Brandão que, em termos de impacto urbano e social, não fica devendo às ações da Prefeitura ao longo de cinco anos de gestão, já incluindo o primeiro ano do segundo mandato do prefeito. Ou seja, mesmo após esse período, Braide vê o governo estadual ocupando espaço relevante na capital, reduzindo a margem de diferenciação política que ele tenta explorar exclusivamente no território ludovicense.
Outro fator central nesse cálculo são as pesquisas de opinião. Braide é conhecido por acompanhar com atenção quase obsessiva os números de popularidade, mas sabe — melhor do que ninguém — que pesquisas são fotografias de um momento específico. Elas têm temporalidade. Mesmo com sua forte capilaridade digital e presença intensa nas redes sociais, ele sabe que, até a chegada efetiva do período eleitoral, parte significativa da popularidade hoje registrada em São Luís tende a se diluir, sobretudo quando o debate deixa de ser local e passa a ser estadual.
Diante desse cenário, há ainda um elemento decisivo: o tempo político. Braide sabe que, quanto mais Brandão permanece no comando do governo, mais o tabuleiro estadual se consolida a favor do governador e do grupo que o sustenta. A cada obra entregue, a cada aliança municipal reafirmada e a cada agenda no interior, o espaço para aventuras eleitorais se estreita. Antecipar o debate sobre a saída de Brandão não é apenas desejo — é uma tentativa de interferir no ritmo natural de amadurecimento do cenário político maranhense.
Do outro lado, Brandão mantém índices de aprovação elevados, acima dos 60%, sustentados não apenas por visibilidade institucional, mas por capacidade estratégica de mobilização política e proximidade com a população em diferentes regiões do Estado. Essa combinação torna o governador um adversário particularmente difícil, sobretudo quando se considera o peso do seu grupo político e a possibilidade real de transferência de capital político para um sucessor.
Diante desse conjunto de fatores, o raciocínio de Braide é pragmático. Enfrentar Brandão e o seu grupo significaria assumir um risco elevado de derrota e, pior, ficar no limbo da política: perder mais dois anos de mandato em uma disputa de alto custo, com chances reduzidas de sucesso, e comprometer o próprio futuro político. Nessas condições, enfrentar Brandão não é apenas arriscado — é flertar com a possibilidade real de desaparecer do centro do jogo político estadual.
Não se trata, porém, apenas de uma preferência circunstancial. Há algum tempo, Braide vem operando de forma calculada para tentar retirar Brandão do centro do tabuleiro estadual. Nesse esforço, delegou ao próprio irmão, Fernando Braide, um papel ativo nas articulações políticas que lhe interessam, especialmente aquelas voltadas a fragilizar o governador por dentro do campo que historicamente sustenta o projeto progressista no Maranhão.
Uma das primeiras manobras foi justamente a aproximação com setores da oposição ligados a esse campo progressista. Não se trata de convergência programática, mas de uma tentativa deliberada de produzir fissuras, gerar ruído e deslocar o governador do eixo central da disputa estadual. Esse movimento se repetiu em articulações fora do Estado, no plano nacional, com uma pseudoaproximação com o Partido dos Trabalhadores — diálogo que, embora exista em Brasília, não encontra sustentação real na política maranhense.
Braide conhece bem seus próprios números e sabe que uma aliança efetiva com o PT, no plano estadual, colocaria em risco o principal tripé de sustentação do seu projeto político: o eleitorado ligado à direita liberal, aos conservadores e ao bolsonarismo urbano que lhe garantiu forte desempenho em São Luís. Esse é o núcleo duro da sua base. Qualquer movimento que sinalize adesão consistente ao campo petista tende a produzir perda imediata de apoio nesse segmento, algo que ele não está disposto a bancar.
Essa contradição fica ainda mais evidente quando se observa a prática concreta da sua gestão. Embora tenha executado obras visíveis — especialmente intervenções viárias, asfaltamento e ações voltadas à fluidez do trânsito —, Braide não estruturou políticas continuadas de assistência social capazes de enfrentar os problemas históricos da população mais pobre de São Luís. O transporte coletivo urbano, principal drama cotidiano das camadas populares, permanece sem resposta estrutural. As reformas em escolas e unidades de saúde seguem um padrão paliativo, enquanto o foco da comunicação oficial privilegia ações que dialogam muito mais com quem anda de automóvel do que com quem depende do serviço público.
Essa postura revela um traço ainda mais profundo da gestão Braide: uma lógica política personalista e avessa à construção coletiva, que chega ao ponto de ignorar até mesmo aquilo que as urnas expressam de forma direta. Um exemplo emblemático é o Passe Livre Estudantil. Enquanto o governo federal já desenvolve estudos para avançar rumo à tarifa zero no transporte público, em São Luís o prefeito sequer implementou o passe livre para estudantes — um segmento central da cidade, formado majoritariamente por jovens das camadas populares. Trata-se de uma escolha política que despreza a mobilidade como direito social e reafirma a distância da gestão municipal em relação às demandas dos mais pobres e dos excluídos.
Mesmo com essas limitações evidentes, a estratégia política adotada por Braide não foi inócua. A recente manifestação pública de parlamentares do PT em espaço nacional, defendendo a existência de uma vertente favorável ao prefeito, revela que a infiltração política funcionou como operação tática. Mas esse movimento não altera o dado central: Braide não quer o PT e não estará com o PT nesta eleição. Qualquer aliança orgânica com o partido colocaria em xeque a identidade política que ele construiu na capital e ameaçaria diretamente sua base conservadora.
Essa operação também produz um efeito colateral grave dentro do próprio Partido dos Trabalhadores. Pensar o PT ao lado de Braide significaria, na prática, isolar de forma absurda o candidato próprio que uma parcela significativa do partido reconhece como expressão das bases sociais e históricas da legenda. Mais do que isso, seria desconsiderar a identidade política construída ao longo de décadas junto à população mais pobre. Nesse contexto, causa estranhamento que setores do partido — inclusive lideranças como o vice-governador Felipe Camarão — cheguem a cogitar essa possibilidade não por afinidade programática, mas por divergências pessoais com o governador Brandão. Trata-se de um movimento que, se levado adiante, não enfraquece apenas Brandão, mas desfigura o próprio PT no Maranhão.
Foi nesse contexto que o prefeito passou a acionar, de forma mais direta, a relação com o Partido dos Trabalhadores, numa aproximação artificial e oportunista que não se sustenta na realidade concreta de sua gestão. Braide não quer o PT. Nunca quis. Desde o primeiro mandato, sua relação com a representação petista em São Luís foi marcada pelo desprezo político sistemático.
O exemplo mais evidente está na Câmara Municipal, onde o Coletivo Nós, primeiro mandato coletivo do PT no Maranhão, apresentou inúmeras proposições voltadas à melhoria das políticas estruturantes e da assistência social na capital. Essas proposições foram reiteradamente ignoradas pelo Executivo. O próprio co-vereador Jonathan denunciou em plenário que o prefeito sequer respondia às solicitações encaminhadas pelo mandato petista, comportamento que se estendia aos secretários municipais, numa clara orientação de silenciamento político.
Na prática, enquanto o discurso oficial vendia uma gestão moderna e eficiente, o que se viu foi o esvaziamento deliberado das políticas de assistência social continuada. Equipamentos fundamentais, como CRAS e abrigos, foram fragilizados. Iniciativas simbólicas e estruturantes, como o Circo Escola da Cidade Operária, simplesmente desapareceram. Tudo isso foi denunciado por quem estava na ponta, dialogando diretamente com a população mais pobre de São Luís — exatamente a base social histórica do PT.
As ações mais divulgadas da gestão Braide dialogam com uma visão liberal de cidade: asfalto, intervenções pontuais, reformas paliativas em escolas e postos de saúde e, sobretudo, políticas voltadas à fluidez do trânsito para quem anda de automóvel. Enquanto isso, o problema crônico da população mais pobre — o transporte coletivo urbano — segue praticamente sem enfrentamento estrutural. Essa opção política não é neutra: ela revela o campo ideológico do prefeito e o eleitorado que ele prioriza, fortemente ancorado nos setores conservadores e bolsonaristas.
Por isso, a ideia de uma aliança entre Braide e o PT não passa de uma falácia. Um verdadeiro Frankenstein político. Em cinco anos de gestão, o prefeito não construiu nenhuma parceria relevante com o governo federal, nunca participou de agendas do presidente Lula e jamais se vinculou às políticas de transferência de renda e de proteção social que marcaram os governos petistas. Imaginar Braide fazendo campanha ao lado de Lula seria não apenas incoerente, mas profundamente prejudicial ao presidente e ao próprio partido no Maranhão.
Esses fatos retiram o debate do campo das suposições e revelam, com clareza, que a relação de Braide com o PT não é apenas circunstancialmente improvável — ela é estruturalmente incompatível.
Essa movimentação não tem como objetivo aproximar Braide do campo progressista. Serve apenas para atingir Brandão, fragilizar sua posição no tabuleiro estadual e criar confusão política. Trata-se de uma estratégia calculada para tentar empurrar o governador para fora da disputa, alimentando a expectativa de que, sem Brandão no jogo, o cenário se tornaria menos desfavorável ao prefeito.
Por isso, digo sem medo de errar: Braide ainda não anunciou sua pré-candidatura porque espera, até os 45 do segundo tempo, que Brandão fique fora da disputa estadual. Vai esticar o tempo político ao máximo, apostando num cenário que talvez nunca se concretize. Mas os fatos indicam que essa espera não passa de uma tentativa desesperada de evitar um enfrentamento que ele sabe ser extremamente arriscado.
A história política do Maranhão mostra que, sempre que projetos progressistas se fragmentaram por disputas internas ou cálculos de curto prazo, o resultado foi o enfraquecimento coletivo e a perda de oportunidades estratégicas. Repetir esse erro agora, isolando ou tentando neutralizar uma liderança com a capilaridade de Brandão, não seria apenas uma decisão equivocada — seria um retrocesso político com impacto direto no futuro do Estado e com repercussões nacionais, pois abrir mão de um Estado estratégico como o Maranhão significa fragilizar o campo progressista em uma disputa nacional cada vez mais polarizada, criando espaço para que setores da direita avancem sobre mais uma unidade da Federação.
É justamente essa leitura histórica e estratégica que ajuda a compreender o comportamento de Eduardo Braide no presente. Não se trata de torcida explícita, mas de lógica política. Braide sabe que, enquanto Brandão permanecer no comando do governo, com sua base municipal robusta, sua presença no interior e sua força institucional, qualquer aventura estadual se transforma em uma aposta arriscada demais. E é exatamente por isso que, nos bastidores, o prefeito parece preferir um tabuleiro sem Brandão no centro do jogo.
Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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Show histórico no feriado de 21 de abril, no Castelão, marca o encontro de duas potências do rock no Maranhão
O rock vai tomar conta de São Luís em uma noite histórica. A banda Raimundos está confirmada como atração de abertura do aguardado show do Guns N’ Roses na capital maranhense, no feriado de 21 de abril, no Estádio Governador João Castelo (Castelão). O evento integra a turnê mundial “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”, que traz ao Brasil a formação clássica com Axl Rose, Slash e Duff McKagan.
Símbolo da explosão do rock nacional nos anos 1990, o Raimundos construiu uma identidade única ao misturar hardcore, rock pesado e referências nordestinas, com letras irreverentes e uma energia de palco que atravessa gerações. Para o público maranhense, a banda promete um setlist repleto de clássicos como “Mulher de Fases”, “Eu Quero Ver o Oco”, “Puteiro em João Pessoa”, além do single mais recente, “Maria Bonita”, preparando o terreno para uma das maiores apresentações internacionais já realizadas no estado.
Na sequência, o Guns N’ Roses, uma das maiores e mais influentes bandas da história do rock, sobe ao palco em São Luís com um espetáculo grandioso e ingressos próximos da lotação máxima. Após o sucesso estrondoso de sua última passagem pelo Brasil, o grupo americano retorna com uma série de shows inéditos no país, incluindo participação no Monsters of Rock e uma apresentação emblemática na capital maranhense.
Com um repertório que atravessa décadas e marcou a cultura pop mundial, o público poderá reviver hinos como “Sweet Child O’ Mine”, “Welcome to the Jungle”, “Paradise City” e “November Rain”, em uma performance que promete intensidade, potência sonora e conexão direta com os fãs brasileiros.
Segundo a produção local, o evento consolida São Luís como destino de grandes espetáculos internacionais.
“Trazer um show da dimensão do Guns N’ Roses para São Luís é a realização de um sonho e um divisor de águas para o entretenimento no Maranhão. Esse evento coloca definitivamente nossa cidade na rota dos grandes shows mundiais”, destaca Marcelo Aragão, sócio-diretor da 4Mãos Entretenimento.
SERVIÇO
Guns N’ Roses em São Luís Turnê: Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things
Banda de abertura: Raimundos
Data: 21 de abril de 2026 (terça-feira – feriado) Local: Estádio Governador João Castelo (Castelão) – São Luís Abertura dos portões: 16h Showtime: 20h
Setores
Setor 2 & 3 – Cadeiras laterais Setor 5 & 6 – Cadeiras laterais VIP Cadeira Coberta Front Stage Espaço Experience (Com serviço premium com Whisky 12 anos, Vodka importada, Gin Importado, Cerveja, Água e refrigerante) e open food (pastas, patês, pães, frios, salgados, massas, pizza, sanduíche e snacks). Exclusivo para maiores de 18 anos e o acesso para visão e assistir ao show se dará pelo setor FRONT STAGE.
Camarotes exclusivos: comercialização via WhatsApp (98) 98113-4289
Ingressos:
Loja física: 4Mãos Store – São Luís Shopping (sem taxa de conveniência) Online: www.bilheteriadigital.com
Espaço Experience: 18 anos Demais setores: 16 anos (menores de 14 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis. Informações detalhadas no site www.padrao4maos.com.br). Realização: Mercury Concerts Produção local: 4Mãos Entretenimento
Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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A Justiça determinou a remoção de uma postagem considerada falsa divulgada pela página do Instagram Caxias City, após constatar indícios de divulgação de conteúdo sem comprovação, capaz de gerar medo e desinformação na população de Caxias.
Com isso, foi concedida tutela de urgência, determinando que a empresa Facebook realizasse a remoção da postagem identificada no prazo de 48 horas. Em caso de descumprimento, foi fixada multa de até R$ 60.000,00.
Além da retirada do conteúdo, a decisão judicial também determina que o Facebook forneça, no prazo de 10 dias, dados cadastrais e registros eletrônicos vinculados ao perfil @caxiascity_, incluindo informações como IPs, datas e horários de acesso, conforme previsto no Marco Civil da Internet.
A decisão reforça que a Justiça não admite o uso das redes sociais para a disseminação de fake news, especialmente quando utilizadas com viés político para gerar pânico, medo ou confusão entre os cidadãos.
O caso serve de alerta: quem espalha desinformação pode ser responsabilizado judicialmente, inclusive com aplicação de multas elevadas e quebra de sigilo de dados para identificação dos responsáveis.
Em Caxias, a Justiça foi clara: liberdade de expressão não é licença para mentir.
Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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O prefeito Eduardo Braide já nomeou sete nomes para a SMTT, mas, até agora, nenhuma escolha deu certo
O troca-troca de gestores da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes de São Luís (SMTT) é uma clara demonstração da falta de preparo por parte da Prefeitura de São Luís na condução da pasta, uma das principais da estrutura municipal por cuidar dos essenciais serviços de trânsito e transporte público.
Agora, às vésperas de uma nova paralisação dos trabalhadores rodoviários, anunciada para esta sexta-feira (30), ocorre uma nova troca de secretário. Saiu o desastroso Mauricio Itapary e entra Manuela Fernandes, que era presidente do Ipam.
Desde o primeiro governo de Braide, a pasta já teve sete secretários: Cláudio Ribeiro, Diego Baluz, Diego Rodrigues, Rafael Kriek, Daniel dos Santos, Maurício Itapary e agora Manuela Fernandes.
Além dessa instabilidade no comando da pasta, o setor não tem nenhum planejamento, norte ou rumo a ser seguido. Se houvesse, a troca do secretário não o afetaria tanto. Além da falta de foco, não entra um gestor realmente preparado para atender aos anseios do setor, que amarga com gestões ruins e administradores que não entendem as especificidades do sistema de transporte público de São Luís, gerando o agravamento da crise.
O mais complicado é que os secretários não têm nem tempo de se inteirar sobre o assunto, pois já são convidados a saírem do cargo.
E no meio desse caos administrativo, pergunta-se: Braide não acha um secretário competente para gerir essa pasta, que é estratégica para a cidade?
E os efeitos dessa inconsistência na gestão do transporte público são os piores: vão desde descrédito na gestão municipal às intermináveis paralisações dos trabalhadores rodoviários, que, em busca de receber seus salários, utilizam a “arma” que têm: os ônibus.
Virou mania da Prefeitura não pagar os subsídios, fazer descontos irregulares e descumprir contratos e até determinações judiciais, botando a culpa das greves nos empresários, que ficam sem ter recursos para pagar os salários e gerir o sistema como um todo. E na esteira da crise está a SMTT e seus gestores-relâmpagos, que, quase sempre são trocados em pleno “olho do furacão”, entram perdidos e saem pior ainda.
É nesta lamentável situação que está o órgão que deveria zelar pela boa prestação do serviços de transporte público à população. E, com tantos erros fica difícil solucionar uma crise, que começou na SMTT e ganhou as ruas e o transporte público, gerada no próprio núcleo da Prefeitura.
Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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Carlos Brandão reinou presidentes e outras lideranças de 12 partidos no Palácio dos Leões
Em encontro realizado nesta terça-feira (27) com o governador Carlos Brandão, presidentes e representantes de 12 partidos da base aliada anunciaram apoio ao nome de Orleans (MDB), atual secretário de Estado de Assuntos Municipalistas, como pré-candidato ao governo do Maranhão nas eleições deste ano.
Participaram da reunião Amanda Gentil, presidente do PP; Pedro Lucas, presidente do União Brasil; Fábio Macedo, presidente do Podemos; Orleans Brandão, presidente do MDB; Aluísio Mendes e Celso Dias, presidente e vice-presidente do PRB; Sebastião Madeira, presidente do PSDB; senador Weverton Rocha, presidente do PDT; Adriano Sarney, presidente do PV; Luciano Genésio, presidente do Solidariedade; Eliel Gama, presidente do Cidadania; o secretário de Estado de Indústria e Comércio, Junior Marreca e o deputado federal Marreca Filho, representando Rosa Filgueira, presidente do PRD; o vice-presidente do Avante, Fabiano Gallotti e o deputado federal Júnior Lourenço.
Também estiveram presentes o deputado federal e ministro do Esporte, André Fufuca (PP); a presidente e o vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputados Iracema Vale e Antônio Pereira, respectivamente; o presidente da Federação dos Municípios do Maranhão e prefeito de Bacabal, Roberto Costa; e o secretário de Estado de Articulação Política, Junior Viana.
A sinalização de Orleans como pré-candidato ocorre após um longo período de diálogo e articulação entre as siglas da base, que passaram a convergir em torno de seu nome para a disputa ao Palácio dos Leões. O governador Carlos Brandão, por sua vez, acompanha a decisão coletiva dos partidos aliados. Pesquisa Econométrica divulgada no último dia 22, encomendada pelo Portal Imirante, já aponta o secretário na liderança, com 33,9% das intenções de voto.
Com cacife político fortalecido, o governador ganhou ainda mais respaldo para buscar alinhamento com o presidente Lula
“Recebi hoje presidentes e representantes de 12 partidos da nossa base aliada. Foi um encontro marcado pelo diálogo, em que me apresentaram o nome de Orleans como pré-candidato ao governo. Vamos trabalhar por esse alinhamento junto ao presidente Lula. Nossa missão é continuar os avanços no Maranhão, a exemplo dos programas Educação de Verdade, Maranhão Livre da Fome, recuperação e implantação de estradas, além do incentivo ao turismo, geração de renda, entre tantas outras ações”, destacou o governador Carlos Brandão em suas redes sociais.
Orleans Brandão teve papel central no desempenho do grupo governista na última eleição municipal. Das 20 maiores cidades do estado, 17 elegeram prefeitos aliados e, no total dos 217 municípios maranhenses, 158 escolheram gestores alinhados ao governo. Em São Luís, o campo aliado garantiu ampla maioria na Câmara Municipal, com 23 vereadores eleitos alinhados ao governo.
Com o movimento dos partidos, Orleans se consolida como o principal nome já definido na disputa majoritária até o momento. As discussões sobre a vaga de vice-governador e sobre a candidatura ao Senado seguem em aberto e continuam sendo tratadas nas próximas rodadas de conversa entre as legendas.
Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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Termo aditivo prorroga por mais duas décadas e meia a exploração do terminal pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap)
Porto do Itaqui continuará sob a administração da Emap por mais 25 anos
Será assinado nessa quinta-feira (29), em São Luís (MA), o convênio de renovação da gestão do Porto do Itaqui, pel Governo do Maranhão, via Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). O Termo Aditivo proposto prorroga por mais 25 anos a exploração do terminal, juntamente com o Cais de São José de Ribamar, dos terminais de ferry-boat da Ponta da Espera e do Cujupe. A vigência do contrato terminaria no dia 1° de fevereiro.
Participam do evento o governador do Estado do Maranhão, Carlos Brandão, e o diretor-Geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Frederico Carvalho Dias.
O Porto do Itaqui destaca-se como um dos principais portos públicos do país e um hub crucial para o escoamento da produção agrícola e mineral brasileira. É também uma das principais portas de saída para o agronegócio do Brasil, especialmente para a soja e o milho produzidos na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Em 2025, a movimentação portuária foi de quase 35 milhões de toneladas (um aumento de 8,15% em relação ao ano anterior), tendo a soja e petróleo como principais expoentes. O Porto gera cerca de 14 mil empregos diretos e indiretos.
Credenciamento
Os profissionais de imprensa interessados na cobertura do evento deverão solicitar a participação por meio do e-mail [email protected], informando nome completo, CPF e veículo de imprensa. Não está prevista transmissão.
Serviço
O quê: Cerimônia de assinatura da renovação do termo de delegação do Porto do Itaqui Quando: Quinta-feira, 29 de janeiro Horário: 15h Onde: Sede da Empresa Maranhense de Administração Portuária – Emap, Porto do Itaqui, São Luís – MA
Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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A Universidade Ceuma anunciou, com orgulho, mais uma grandiosa conquista acadêmica. Desta vez, o destaque foi a aluna Fabiana Pereira Moraes, aprovada em 1º lugar na Residência de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, conquistando a maior nota da Odontologia no Maranhão no Exame Nacional de Residências (Enare). Um feito que representa esforço, constância e muita dedicação ao longo da graduação.
Sobre esse momento, Fabiana resume o sentimento com simplicidade e emoção: “Passar em 1º lugar e no programa que eu queria foi muito especial e um motivo de muita alegria e orgulho.” O interesse pela área surgiu ainda em 2023, a partir do primeiro contato com a disciplina de Cirurgia, quando começou a visualizar, na prática, a rotina da especialidade e os caminhos que queria seguir.
A preparação para o Enare foi construída com estudo contínuo e apoio fundamental da formação recebida no curso de Odontologia da Universidade Ceuma. A aluna destaca a contribuição do corpo docente ao longo da graduação e, em especial, das professoras Jennifer Araújo e Júlia Lúcio, que tiveram papel essencial no incentivo, na orientação e na preparação para a prova.
Uma conquista que inspira, reforça a força de uma base acadêmica sólida e mostra que dedicação durante a graduação faz toda a diferença.
Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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Iracema Vale com o governador Carlos Brandão, o ministro Frederico de Siqueira Filho, o senador Weverton Rocha, os deputados federais Juscelino Filho e Pedro Lucas Fernandes e outras autoridades durante a solenidade, no Palácio dos Leões
A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), participou, nesta terça-feira (27), no Palácio dos Leões, da solenidade de lançamento do projeto “Infovia Maranhão” e do pacote “Rota das Emoções”, que vai interligar São Luís aos Lençóis Maranhenses. A iniciativa tem como objetivo a ampliação do acesso à conectividade e à implantação de uma nova rede de telefonia móvel em áreas rurais do estado.
“Essa conexão de telefonia móvel nas estradas que ligam São Luís a Barreirinhas representa a realização de um sonho. Por muitos anos, quem precisou trafegar por essas vias enfrentou a ausência total de sinal. Essa conquista vai facilitar a vida de quem trabalha, de quem mora na região, de quem depende da estrada para acessar serviços de saúde, educação e turismo”, destacou a presidente Iracema Vale.
O Maranhão também garantiu cobertura de telefonia móvel em 135 localidades rurais, distribuídas em 60 municípios, ampliando a inclusão digital e o acesso a serviços essenciais para a população.
Durante o evento, o governador Carlos Brandão destacou que a ação vai garantir conectividade de São Luís até a região da Rota das Emoções, com a instalação de fibra óptica em 27 torres, além da ampliação do acesso à internet nas escolas estaduais por meio da instalação de antenas Starlink.
Presidente da Assembleia, Iracema Vale, assina projeto que melhorará a conectividade no Maranhão
As iniciativas integram o Novo PAC e preveem a implantação de redes de fibra óptica em 20 municípios maranhenses, com investimento total de R$ 113,6 milhões, beneficiando cerca de 5 milhões de pessoas. O projeto será executado em parceria entre o Ministério das Comunicações e a Telebrás, responsável pela operação assistida e manutenção da rede.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, ressaltou a parceria entre os governos federal e estadual. “Temos trabalhado de forma integrada com estados e municípios para garantir que os investimentos cheguem à população e promovam melhorias reais na vida das pessoas”, afirmou.
A parceria entre o Governo Federal e o Governo do Maranhão reforça a conectividade como ferramenta estratégica para reduzir desigualdades, ampliar a inclusão digital e melhorar o acesso a serviços essenciais, como saúde, educação e atendimento público, além de contribuir para o fortalecimento da identidade cultural e da memória digital das comunidades maranhenses.
Iracema Vale com o governador Carlos Brandão, o ministro Frederico de Siqueira Filho, senador Weverton Rocha, deputados federais Juscelino Filho e Pedro Lucas e demais membros da equipe do Ministério das Comunicações e do Governo do Estado na solenidade
Também participaram do evento, o senador Weverton Rocha (PDT); os deputados federais Juscelino Filho (União-MA) e Pedro Lucas Fernandes (União-MA); os deputados estaduais Antônio Pereira (PSB) e Dra. Helena Dualibe (PP), além de secretários, prefeitos e outras autoridades.
Daniel Matos
28 de janeiro de 2026
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Mandados de busca e apreensão são cumpridos em investigação que apura prejuízo superior a R$ 500 mil
São Luís-MA – A Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão, além da medida cautelar de suspensão do exercício da advocacia no bojo de procedimento investigativo que apura a atuação de um advogado que, valendo-se de sua condição profissional, teria executado esquema fraudulento para levantamento indevido de valores referentes a precatórios e requisições de pequeno valor (RPVs) em diversos estados do país.
De acordo com os elementos já colhidos, o investigado realizava buscas em sistemas judiciais para identificar processos com mandados de pagamento expedidos. Em seguida, falsificava procurações em nome dos autores/exequentes, anexava tais documentos aos autos, obtinha certidões automáticas que o qualificavam como procurador das partes e, de posse desses documentos, deslocava-se até agências da Caixa Econômica Federal em São Luís, onde realizava o levantamento indevido dos valores.
Até o momento, o prejuízo apurado supera meio milhão de reais, podendo o montante ser ampliado com o avanço das investigações.
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